
17/10/08
16/10/08
14/10/08
Rescaldo da 3ª Maratona do Vale do Vouga 2008
A 3ª da Maratona do Vouga decorreu este domingo, com partida do centro de Águeda e a passagem pelas zonas mais emblemáticas do Vouga, como são o Ventoso e o Alfusqueiro, que já são a imagem de marca desta maratona com grande projecção nacional.
O sábado até tinha sido chuvoso mas o domingo aguentou-se e parecia que era desta que S. Pedro iria colaborar. Talvez o bom tempo tenha permitido que desta vez a organização tenha realmente alcançado os mil participantes e permitido também que a maratona não tenha sido tão dura quanto a do ano passado. Deviam passar poucos minutos das 9 horas quando foi dada a partida, uns primeiros kms em alcatrão e logo entrámos na terra. Tinha combinado fazer a prova com o amigo João Paulo, não partimos muito bem e a confusão foi grande à partida, pelo que só por altura do 1º abastecimento, já perto da separação dos percursos, o grosso do pessoal foi dispersando. Depois da separação dos percursos já conseguimos pedalar “mais à larga”, digamos que a confusão já não era nenhuma!!!
Se no ano passado quando chegávamos às eólicas a dureza da prova estava quase ultrapassada, este ano chegar até lá foi relativamente fácil, a dureza estava para vir depois, a subida do Seixo e depois a do Ventoso chegavam para pôr K.O. qualquer um. Claro que depois de umas “subidinhas” destas, só mesmo uma descidazona para aliviar o stress, e o que o melhor senão a descida do Ventoso!! Aquilo é ventoso, mas chegamos cá abaixo sem fôlego nenhum, é de uma dureza extrema, é boa para quem gosta de descer …
Bom depois disto estávamos no Alfusqueiro e na “Garganta”, depois foi quase a rolar até ao fim. Terminámos com 5 horas e alguns “poucos” minutos mais esta grande maratona pelas zonas fantásticas do Vale do Vouga. Parabéns à organização que mais uma vez não desiludiu ninguém e com toda a experiência que têm traçou uma maratona dura, mas fantástica!!
O sábado até tinha sido chuvoso mas o domingo aguentou-se e parecia que era desta que S. Pedro iria colaborar. Talvez o bom tempo tenha permitido que desta vez a organização tenha realmente alcançado os mil participantes e permitido também que a maratona não tenha sido tão dura quanto a do ano passado. Deviam passar poucos minutos das 9 horas quando foi dada a partida, uns primeiros kms em alcatrão e logo entrámos na terra. Tinha combinado fazer a prova com o amigo João Paulo, não partimos muito bem e a confusão foi grande à partida, pelo que só por altura do 1º abastecimento, já perto da separação dos percursos, o grosso do pessoal foi dispersando. Depois da separação dos percursos já conseguimos pedalar “mais à larga”, digamos que a confusão já não era nenhuma!!!
Se no ano passado quando chegávamos às eólicas a dureza da prova estava quase ultrapassada, este ano chegar até lá foi relativamente fácil, a dureza estava para vir depois, a subida do Seixo e depois a do Ventoso chegavam para pôr K.O. qualquer um. Claro que depois de umas “subidinhas” destas, só mesmo uma descidazona para aliviar o stress, e o que o melhor senão a descida do Ventoso!! Aquilo é ventoso, mas chegamos cá abaixo sem fôlego nenhum, é de uma dureza extrema, é boa para quem gosta de descer …
Bom depois disto estávamos no Alfusqueiro e na “Garganta”, depois foi quase a rolar até ao fim. Terminámos com 5 horas e alguns “poucos” minutos mais esta grande maratona pelas zonas fantásticas do Vale do Vouga. Parabéns à organização que mais uma vez não desiludiu ninguém e com toda a experiência que têm traçou uma maratona dura, mas fantástica!!
08/10/08
O Subprime?!
Quem não ouviu já falar na crise do “subprime” que afecta os EUA?!
Para quem ainda não entendeu ou não sabe bem o que é ou gerou a crise americana, segue breve relato económico para leigo entender...
Então é assim:
“O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça "na caderneta" aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados. Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobre preço que os pinguços pagam pelo crédito).
O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de emibiêi, decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um activo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento, tendo o pindura dos pinguços como garantia.
Uns seis zécutivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrónimo financeiro que ninguém sabe exactamente o que quer dizer.
Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações estruturadas de derivativos, na BM&F, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu).
Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.
Até que alguém descobre que os bêbados da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência. E toda a cadeia sifudeu !
Viu... é muito simples...!!! ”
Assim até parece fácil perceber a razão da crise! Portugal não se julgue imune desta crise, Espanha, França, Islândia, entre outros, têm já sentido pesadamente os efeitos da crise que afecta os EUA. O americanizado conceito de subprime, ou melhor a concessão de crédito de elevado risco a pessoas que normalmente não lhe teriam acesso, com taxas de juro extremamente baixas, levou ao desenfreado consumo das famílias, endividando-se muitas vezes em coisa de que não precisavam. Com o aumento da inflação (ou seja, o aumento contínuo do preço dos bens) as taxas de juro subiram e quem tinha empréstimos deixou subitamente de poder cumprir com os mesmos. Surgem as hipotecas bancárias, o desespero, o desincentivo ao consumo, toda a economia sofre, todos nós sofremos!! Portugal também vai sofrer! Quantas pessoas conhecemos que vivem acima das suas possibilidades, quantas pessoas viajam a crédito, quantas pessoas compram aquilo de que não precisam e que só compram porque o amigo também comprou? Acho que muitos não querem saber disso, logo se há-de ver, alguém há-de pagar!
Vamos ver se os nossos bancos estão a salvo desta crise, vamos ver se podemos continuar a ter confiança no nosso sistema bancário, ou vamos todos começar a levantar o nosso (pouco) dinheirito e a guardá-lo debaixo do colchão lá de casa?!?
São os efeitos da globalização financeira, lá bem no fundo é como os casamentos “é pró bem e pró mal!!”
Para quem ainda não entendeu ou não sabe bem o que é ou gerou a crise americana, segue breve relato económico para leigo entender...
Então é assim:
“O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça "na caderneta" aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados. Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobre preço que os pinguços pagam pelo crédito).
O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de emibiêi, decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um activo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento, tendo o pindura dos pinguços como garantia.
Uns seis zécutivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrónimo financeiro que ninguém sabe exactamente o que quer dizer.
Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações estruturadas de derivativos, na BM&F, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu).
Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.
Até que alguém descobre que os bêbados da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência. E toda a cadeia sifudeu !
Viu... é muito simples...!!! ”
Assim até parece fácil perceber a razão da crise! Portugal não se julgue imune desta crise, Espanha, França, Islândia, entre outros, têm já sentido pesadamente os efeitos da crise que afecta os EUA. O americanizado conceito de subprime, ou melhor a concessão de crédito de elevado risco a pessoas que normalmente não lhe teriam acesso, com taxas de juro extremamente baixas, levou ao desenfreado consumo das famílias, endividando-se muitas vezes em coisa de que não precisavam. Com o aumento da inflação (ou seja, o aumento contínuo do preço dos bens) as taxas de juro subiram e quem tinha empréstimos deixou subitamente de poder cumprir com os mesmos. Surgem as hipotecas bancárias, o desespero, o desincentivo ao consumo, toda a economia sofre, todos nós sofremos!! Portugal também vai sofrer! Quantas pessoas conhecemos que vivem acima das suas possibilidades, quantas pessoas viajam a crédito, quantas pessoas compram aquilo de que não precisam e que só compram porque o amigo também comprou? Acho que muitos não querem saber disso, logo se há-de ver, alguém há-de pagar!
Vamos ver se os nossos bancos estão a salvo desta crise, vamos ver se podemos continuar a ter confiança no nosso sistema bancário, ou vamos todos começar a levantar o nosso (pouco) dinheirito e a guardá-lo debaixo do colchão lá de casa?!?
São os efeitos da globalização financeira, lá bem no fundo é como os casamentos “é pró bem e pró mal!!”
22/09/08
Vale do Vouga
A maratona do Vale do Vouga está quase aí à porta, faltam pouco mais de 3 semanas e é ver já muito pessoal a treinar nos trilhos fantásticos da Serra das Talhadas e na zona do Ventoso. Domingo de manhã é ver grandes grupos, que se juntam em Águeda, para ir estrear os trilhos desta grande maratona que já é referência nacional.
Este domingo fui com o João Paulo, uns “Amigos da Cantadinha” e um outro pessoal que se juntou ao grupo, fazer o percurso dos 40 kms. Saímos já um pouco tarde, éramos um grupo muito grande de quase 30 pessoas. O percurso inicial é comum à maratona e à meia maratona, só se separam perto já da ponte da A25, para a meia maratona estamos já quase com 20 kms e depois da separação existe só mais uma ou duas subidas mais complicadas, mas de resto é quase sempre a rolar até ao fim. Quanto à maratona, a coisa já não é assim tão fácil! No fim-de-semana anterior a este, tinha ido com o João Paulo, o Tomás e mais um amigo conhecer o percurso dos 80 kms. O percurso ainda não está marcado, existem até alguns locais onde a organização ainda vai ter de limpar e cortar bastante vegetação para que se possa passar, no entanto todo ele é fantástico, aliás toda esta zona da serra das talhadas é potente para a prática do btt, mas como não podia deixar de ser a maratona tem a sua dose de dureza, a subida para o Seixo e depois para o Ventoso são umas autênticas paredes…longas!! Na maratona de 2007, quando chegávamos às eólicas, a grande dificuldade do percurso estava em parte já ultrapassada, este ano chegar às eólicas vai ser relativamente fácil, daqui prá frente é que a “porca torce o rabo”.
Para quem não conhece aqui está a oportunidade de experimentar as belas paisagens do Vale do Vouga, para quem conhece e vai fazer a maratona que se prepare, a festa vai ser da rija…
Este domingo fui com o João Paulo, uns “Amigos da Cantadinha” e um outro pessoal que se juntou ao grupo, fazer o percurso dos 40 kms. Saímos já um pouco tarde, éramos um grupo muito grande de quase 30 pessoas. O percurso inicial é comum à maratona e à meia maratona, só se separam perto já da ponte da A25, para a meia maratona estamos já quase com 20 kms e depois da separação existe só mais uma ou duas subidas mais complicadas, mas de resto é quase sempre a rolar até ao fim. Quanto à maratona, a coisa já não é assim tão fácil! No fim-de-semana anterior a este, tinha ido com o João Paulo, o Tomás e mais um amigo conhecer o percurso dos 80 kms. O percurso ainda não está marcado, existem até alguns locais onde a organização ainda vai ter de limpar e cortar bastante vegetação para que se possa passar, no entanto todo ele é fantástico, aliás toda esta zona da serra das talhadas é potente para a prática do btt, mas como não podia deixar de ser a maratona tem a sua dose de dureza, a subida para o Seixo e depois para o Ventoso são umas autênticas paredes…longas!! Na maratona de 2007, quando chegávamos às eólicas, a grande dificuldade do percurso estava em parte já ultrapassada, este ano chegar às eólicas vai ser relativamente fácil, daqui prá frente é que a “porca torce o rabo”.
Para quem não conhece aqui está a oportunidade de experimentar as belas paisagens do Vale do Vouga, para quem conhece e vai fazer a maratona que se prepare, a festa vai ser da rija…

19/09/08
Proibir as mini-saias para evitar acidentes
O ministro ugandense de Ética e Integridade, Nsaba Buturo, afirmou que as mini-saias devem ser banidas do país porque mulheres que as usam distraem os motoristas e provocam acidentes de trânsito. Numa entrevista colectiva na capital, Kampala, Buturo disse que "usar mini-saia é como andar nu pela rua".
"Você pode causar um acidente porque algumas pessoas daqui são psicologicamente fracas", disse o ministro.
Para ele, o uso da mini-saia deve ser classificado como uma "indecência" sujeita a penalização pela lei de Uganda. Buturo alertou ainda para os perigos que enfrentam os motoristas que se distraem por causa das mini-saias.
"Se você encontra uma pessoa nua, você começa a se concentrar no corpo da pessoa, mas continua dirigindo", disse. "Hoje em dia é difícil distinguir a mãe da filha, elas estão todas nuas", afirmou o ministro.
Nsaba Buturo acredita que o uso de roupas indecentes é apenas um dos muitos vícios da sociedade ugandense.
"Roubo e desvio de recursos públicos, serviços abaixo do padrão, ganância, infidelidade, prostituição, homossexualismo e sectarismo", citou o ministro.
Está-se mesmo a ver que este gajo nunca veio a Portugal, este paraíso à beira mar plantado!! Com as filas e filas de trânsito das nossas estradas, a circular a passo de caracol, os condutores ficam com imenso tempo livre para se distraírem…. Aliás, proponho até que o governo português legisle sobre esta matéria, tipo criar uma lei que obrigue as mulheres a usar mini-saia para, isso sim, distrair os condutores!! Afinal de contas legislam sobre tudo e mais alguma coisa neste país, porque é que não hão-de legislar sobre a mini-saia?!
PS: Aposto que este gajo cá em Portugal não ganhava nenhuma eleição!
"Você pode causar um acidente porque algumas pessoas daqui são psicologicamente fracas", disse o ministro.
Para ele, o uso da mini-saia deve ser classificado como uma "indecência" sujeita a penalização pela lei de Uganda. Buturo alertou ainda para os perigos que enfrentam os motoristas que se distraem por causa das mini-saias.
"Se você encontra uma pessoa nua, você começa a se concentrar no corpo da pessoa, mas continua dirigindo", disse. "Hoje em dia é difícil distinguir a mãe da filha, elas estão todas nuas", afirmou o ministro.
Nsaba Buturo acredita que o uso de roupas indecentes é apenas um dos muitos vícios da sociedade ugandense.
"Roubo e desvio de recursos públicos, serviços abaixo do padrão, ganância, infidelidade, prostituição, homossexualismo e sectarismo", citou o ministro.
Está-se mesmo a ver que este gajo nunca veio a Portugal, este paraíso à beira mar plantado!! Com as filas e filas de trânsito das nossas estradas, a circular a passo de caracol, os condutores ficam com imenso tempo livre para se distraírem…. Aliás, proponho até que o governo português legisle sobre esta matéria, tipo criar uma lei que obrigue as mulheres a usar mini-saia para, isso sim, distrair os condutores!! Afinal de contas legislam sobre tudo e mais alguma coisa neste país, porque é que não hão-de legislar sobre a mini-saia?!
PS: Aposto que este gajo cá em Portugal não ganhava nenhuma eleição!
11/09/08
10/09/08
E a F.I.F.A. sou eu?
Esta é a árbitra brasileira Ana Paula que a F.I.F.A. suspendeu por causa das fotos para a PLAYBOY….
Idiotas!!!
Idiotas!!!
06/08/08
Volta do domingo passado
No passado domingo combinei sair com os amigos João Paulo, o Jordão, a esposa e o Josué, um amigo do Jordão. Ás 8 horas já esperava por eles na rotunda do V. Grande, o tempo estava um pouco nublado mas o sol prometia aquecer bastante o dia. Estava um bom dia para a prática!
Saímos em direcção a Belazaima e de lá subimos sempre até à Capela, onde continuamos até ao estradão das eólicas. Como ainda era cedo seguimos ainda pelo estradão em direcção a Norte, onde fizemos ainda alguns quilómetros. Depois de algumas fotos da praxe regressámos pela Capela, descemos a Boialvo e fizemos o caminho para o Forno/Forcada. Cerca de 55 quilómetros numa manhã bem passada a pedalar serra acima. Fui convidado pelo Jordão e pelo amigo Josué para os acompanhar até Santiago de Compostela, com saída de Águeda no dia 15 de Agosto. Está praticamente a fazer um ano, quando eu e mais uns amigos embarcarmos nesta fantástica aventura que são os caminhos de Santiago, esta aventura de peregrinação em busca do desconhecido, da qual guardo ainda boas recordações e que prometi a mim mesmo fazer novamente! Infelizmente ainda não vai ser agora, as férias estão aí à porta e é preciso descansar um pouco as pernas, mas certamente oportunidades não vão faltar. Votos de boa viagem ao Jordão e ao Josué, fico a aguardar as fotos e os comentários, aproveitem ao máximo esta aventura, acreditem que não vão ficar indiferentes a esta experiência!
Saímos em direcção a Belazaima e de lá subimos sempre até à Capela, onde continuamos até ao estradão das eólicas. Como ainda era cedo seguimos ainda pelo estradão em direcção a Norte, onde fizemos ainda alguns quilómetros. Depois de algumas fotos da praxe regressámos pela Capela, descemos a Boialvo e fizemos o caminho para o Forno/Forcada. Cerca de 55 quilómetros numa manhã bem passada a pedalar serra acima. Fui convidado pelo Jordão e pelo amigo Josué para os acompanhar até Santiago de Compostela, com saída de Águeda no dia 15 de Agosto. Está praticamente a fazer um ano, quando eu e mais uns amigos embarcarmos nesta fantástica aventura que são os caminhos de Santiago, esta aventura de peregrinação em busca do desconhecido, da qual guardo ainda boas recordações e que prometi a mim mesmo fazer novamente! Infelizmente ainda não vai ser agora, as férias estão aí à porta e é preciso descansar um pouco as pernas, mas certamente oportunidades não vão faltar. Votos de boa viagem ao Jordão e ao Josué, fico a aguardar as fotos e os comentários, aproveitem ao máximo esta aventura, acreditem que não vão ficar indiferentes a esta experiência!

29/07/08
Rescaldo 1º Passeio BTT Nocturno - Na Rota das Minis
O 1º Passeio BTT Nocturno – Na Rota das Minis, realizou-se no passado sábado em Aguada de Baixo. Cerca de 35 inscritos, uns com mais experiência que outros, fizeram este passeio de quase 40 kms, muito rolantes e acessíveis, pelos trilhos e caminhos ali da zona. A partida atrasou um pouco, depois de tratada toda a logística lá saímos para um passeio fantástico e bem divertido. O 1º abastecimento no cruzamento de Boialvo, junto à fonte, já bem de noite, serviu para retemperar as forças com uns chocolates e, como não podia deixar de ser, com umas minis!! Chegámos já cerca das 23.30 horas a Aguada, depois do banho tomado ainda fomos para o Restaurante Convívio comer umas bifanas e beber umas minis. Ficou a experiência e um passeio bem animado em que todos gostaram de participar. Falta agradecer aos “amigos” da Candieira “Trilhos e Sarilhos” que se fizeram representar em bom número e aos “Amigos da Cantadinha” que também estiveram presentes.





17/07/08
Passeio BTT Nocturno “Na Rota das Minis”
Realiza-se no próximo dia 26 de Julho, sábado, em Aguada de Baixo, o 1º Passeio BTT Nocturno “Na Rota das Minis”. A concentração está marcada para as 19.30 horas, junto ao Pavilhão da ARCA. O passeio não terá qualquer vertente competitiva, será um encontro de amigos e simpatizantes do BTT, com um percurso acessível e um nível de dificuldade baixo. As inscrições são gratuitas, com uso obrigatório de capacete e luzes de sinalização.
15/07/08
Rescaldo da 5ª Prova da Taça de Portugal XCM/ IV Maratona Vinhas BTT – Cantanhede
A prova organizada pela Sociedade Columbófila Cantanhedense, decorreu no passado domingo em Cantanhede e juntou entre 4 a 5 centenas de participantes. Tinha combinado sair às 9 horas com o amigo João Paulo e o sol já queimava bastante. Bikes em cima do carro e lá fomos rumo a Cantanhede, ainda tínhamos de levantar o dorsal e não sabíamos aquilo que nos esperava. O levantamento do dorsal foi um pouco moroso, apesar de existirem várias filas consoante a prova, as coisas estavam bastante demoradas. Ali encontramos também os amigos Fernando e Tânia. Com o dorsal na mão foi tempo de rapidamente preparar as bikes para a partida. Entretanto apareceu o amigo Amílcar que apesar de não ir participar foi “dar a estratégia e incentivo” aos Amigos da Cantadinha.
A partida estava prevista para as 10.30h, o sol apertava, mas as coisas estavam bastante atrasadas. Enquanto esperávamos podemos ver todos os “prós” federados que iam participar na prova da Taça, Marco Sousa, Rui Lavarinhas, etc. foi um desfilar de estrelas!!
Alguma confusão com a chamada dos federados e organização para a partida, passava já muito das 11 horas quando finalmente partimos.
O primeiro contacto com os trilhos não foi o mais agradável, muita pedra e muito pó, com aquele calor todo à mistura era um mix explosivo!! No entanto à medida que os kms foram passando fomos encontrando trilhos fantásticos, muito rolantes, com singletracks extremamente técnicos e rápidos, do melhor que tenho feito.
A prova dos 40kms tomou um ritmo alucinante, o João Paulo foi embora e só o vi na meta. Apesar de ser um percurso muito rolante com alguns estradões, o constante sobe e desce ia fazendo moça e o esforço era bem visível na cara de todos.
Algumas deficiências nas marcações, principalmente em locais perigosos, resultaram em alguns sustos e quedas que presenciei, apesar de tudo isto, foram trilhos que me agradaram bastante e onde espero voltar.
A partida estava prevista para as 10.30h, o sol apertava, mas as coisas estavam bastante atrasadas. Enquanto esperávamos podemos ver todos os “prós” federados que iam participar na prova da Taça, Marco Sousa, Rui Lavarinhas, etc. foi um desfilar de estrelas!!
Alguma confusão com a chamada dos federados e organização para a partida, passava já muito das 11 horas quando finalmente partimos.
O primeiro contacto com os trilhos não foi o mais agradável, muita pedra e muito pó, com aquele calor todo à mistura era um mix explosivo!! No entanto à medida que os kms foram passando fomos encontrando trilhos fantásticos, muito rolantes, com singletracks extremamente técnicos e rápidos, do melhor que tenho feito.
A prova dos 40kms tomou um ritmo alucinante, o João Paulo foi embora e só o vi na meta. Apesar de ser um percurso muito rolante com alguns estradões, o constante sobe e desce ia fazendo moça e o esforço era bem visível na cara de todos.
Algumas deficiências nas marcações, principalmente em locais perigosos, resultaram em alguns sustos e quedas que presenciei, apesar de tudo isto, foram trilhos que me agradaram bastante e onde espero voltar.
09/07/08
Cicloturismo ARCA 2008
No passado domingo participei em mais um cicloturismo organizado pela ARCA. Como é habitual todos os anos esta associação organiza um passeio cicloturístico onde os naturais de Aguada e não só, participam e convivem! Boa disposição num domingo bem passado com a família e amigos, que terminou com um almoço no parque dos Atómicos, no Repolão. Para o ano há mais!!
03/07/08
30/06/08
VIVA LA ESPANHA!!!
O famoso avançado inglês Gary Lineker disse no Mundial de 1986 que nestas coisas do futebol “são 11 contra 11 e no final ganha a Alemanha”. Acho que até ao dia de ontem era isso que todos sentíamos, muitos torciam pela Espanha mas sabiam que lá no fundo a Alemanha com a sua forma fria e calculista de jogar ainda ia fazer jus à história.
Viva la Espanha, sempre prefiro ouvir “nuestros hermanos” a gritarem OLÉS!!
Viva la Espanha, sempre prefiro ouvir “nuestros hermanos” a gritarem OLÉS!!
23/06/08
Rescaldo do 4º Passeio Nocturno BTT “Lobos da Montanha”
E então no sábado lá fui com o amigo João Paulo participar neste fantástico 4º passeio nocturno da Feira da Vinha e do Vinho de Anadia. O número de participantes tem vindo a crescer todos os anos e este ano éramos cerca de 150 participantes, todos equipados a rigor com lanterna e luz pisca – pisca atrás!!
A concentração foi junto ao Pavilhão do Anadia e depois de alguns atrasos lá arrancámos em direcção à Câmara Municipal onde foi dada a partida oficial. Pelo meio ainda uns apupos e incentivos da praxe a esse grande Paulo Portas da “feiras”, todo morenaço e com um grande sorriso pepsodente, que distribuía beijos e abraços a quem passava.
O percurso todo efectuado em grupo foi pelas caves da região, com paragem em algumas delas. A primeira paragem foi nas Caves S. Domingos (Ferreiros), depois continuámos e passamos pelas Caves S. João (S. João da Azenha), Sidónio Sousa (Sangalhos), Caves Aliança (Sangalhos), Caves Borlido (Sangalhos), Caves Barrocão (Fogueira), Adega Luís Pato (Quinta da Gala). O abastecimento foi na Adega de Vilarinho (Vilarinho do Bairro), onde fizemos uma paragem mais demorada e aproveitámos também para conhecer as instalações. Vinho que é bom foi só mesmo o cheiro, mas lá continuámos em direcção à Quinta de Pedralvite (Ribafornos), Adega Eng. Sílvio Cerveira (S. Lourenço do Bairro), Adega Quinta do Encontro (S. Lourenço do Bairro), Adega Manuel dos Santos Campolargo (Paredes do Bairro), Sogrape - Vinhos de Portugal, SA (S. Mateus), Caves Monte Crasto (Anadia). Pelo meio e já de noite umas passagens por algumas vinhas ali da região, com imagens fantásticas da luzes no meio do monte. Antes de chegarmos à feira ainda tivemos de fazer a subidazorra do Monte Castro, onde parámos para depois entrarmos todos juntos na feira. No fim ainda houve um jantar convívio, de porco assado no espeto. E assim se passou mais um passeio nocturno bem organizado pelos “Lobos da Montanha” com um espírito de grande camaradagem e satisfação em pedalar, desta vez à noite!!
A concentração foi junto ao Pavilhão do Anadia e depois de alguns atrasos lá arrancámos em direcção à Câmara Municipal onde foi dada a partida oficial. Pelo meio ainda uns apupos e incentivos da praxe a esse grande Paulo Portas da “feiras”, todo morenaço e com um grande sorriso pepsodente, que distribuía beijos e abraços a quem passava.
O percurso todo efectuado em grupo foi pelas caves da região, com paragem em algumas delas. A primeira paragem foi nas Caves S. Domingos (Ferreiros), depois continuámos e passamos pelas Caves S. João (S. João da Azenha), Sidónio Sousa (Sangalhos), Caves Aliança (Sangalhos), Caves Borlido (Sangalhos), Caves Barrocão (Fogueira), Adega Luís Pato (Quinta da Gala). O abastecimento foi na Adega de Vilarinho (Vilarinho do Bairro), onde fizemos uma paragem mais demorada e aproveitámos também para conhecer as instalações. Vinho que é bom foi só mesmo o cheiro, mas lá continuámos em direcção à Quinta de Pedralvite (Ribafornos), Adega Eng. Sílvio Cerveira (S. Lourenço do Bairro), Adega Quinta do Encontro (S. Lourenço do Bairro), Adega Manuel dos Santos Campolargo (Paredes do Bairro), Sogrape - Vinhos de Portugal, SA (S. Mateus), Caves Monte Crasto (Anadia). Pelo meio e já de noite umas passagens por algumas vinhas ali da região, com imagens fantásticas da luzes no meio do monte. Antes de chegarmos à feira ainda tivemos de fazer a subidazorra do Monte Castro, onde parámos para depois entrarmos todos juntos na feira. No fim ainda houve um jantar convívio, de porco assado no espeto. E assim se passou mais um passeio nocturno bem organizado pelos “Lobos da Montanha” com um espírito de grande camaradagem e satisfação em pedalar, desta vez à noite!!




5ª Prova Taça de Portugal XCM - Cantanhede
A prova é organizada pela Associação de Solidariedade Social SociedadeColumbófila Cantanhedense, denominada de IV Maratona – 80 Km Vinhas BTT e decorre dia 13 de Julho em Cantanhede. A prova vai incluir a 5ª Prova da Taça de Portugal XCM (80 kms e exigente em termos físicos e técnicos), onde estarão os “prós” (fissionais) todos! Paralelamente decorre ainda a meia maratona (40 kms com dificuldade física e técnica intermédia) e também um passeio familiar (20 kms).
A Taça de Portugal XCM é um troféu oficial da Federação Portuguesa de Ciclismo a contar para o Campeonato Nacional, constituído por 7 provas nacionais, com regulamentos e controlos extremamente exigentes para os atletas federados. Para quem quiser ir mais no relax e não se sentir em condições de lutar pelos primeiros lugares com os “prós” : )) pode participar na classe de promoção e divertir-se também um pouco à sua maneira. Eu estou com vontade de ir fazer uma promoçãozinha, as inscrições custam 15€ e podem ser feitas em http://www.scc.pt/ .
A Taça de Portugal XCM é um troféu oficial da Federação Portuguesa de Ciclismo a contar para o Campeonato Nacional, constituído por 7 provas nacionais, com regulamentos e controlos extremamente exigentes para os atletas federados. Para quem quiser ir mais no relax e não se sentir em condições de lutar pelos primeiros lugares com os “prós” : )) pode participar na classe de promoção e divertir-se também um pouco à sua maneira. Eu estou com vontade de ir fazer uma promoçãozinha, as inscrições custam 15€ e podem ser feitas em http://www.scc.pt/ .

20/06/08
18/06/08
06/06/08
4º Passeio Nocturno BTT “Lobos da Montanha” – Feira da Vinha e do Vinho
Ora aqui está mais um passeio de btt nocturno que espero não falhar. Passeio inserido na Feira da Vinha e do Vinho de Anadia, é organizado pelos Lobos da Montanha em parceria com a Câmara Municipal de Anadia, no dia 21 de Junho. As inscrições estão limitadas aos 150 participantes, com um custo de 7,5€, com direito a abastecimento, jantar e seguro. Eu já sou cliente habitual, participei nas duas últimas edições e fiquei bastante satisfeito, primeiro pela organização do evento e depois pela forma extremamente descontraída com que todos participam, apenas pelo simples prazer de pedalar!!
03/06/08
Orgasmo feminino
E como esta vida não são só as bicicletas, transcrevo aqui um pequeno texto que um dia destes recebi por email. Intitulado o “orgasmo feminino”, começa assim …”O orgasmo feminino é uma coisa da qual as mulheres percebem muito pouco, e os homens ainda menos. Pelo facto de ser uma reacção endócrina, que se dá sem expelir nada, não se apresenta nenhuma prova evidente de que aconteceu, ou de que foi simulado. Diante deste mistério, investigações continuam, pesquisas são feitas, centenas de livros são escritos, tudo para tentar esclarecer este assunto. A acompanhar este tema, deu no outro dia uma entrevista na TV com uma conhecida sexóloga, que apresentou uma pesquisa feita nos Estados Unidos na qual se mediu a descarga eléctrica emitida pela periquita no instante do orgasmo. Os resultados mostram que, na hora H, a pardaleca dispara uma carga de 250.000 micro volts. Ou seja, 5 passarinhas juntas, ligadas em série na hora do 'ai meu Deus', são suficientes para acender uma lâmpada. E uma dúzia é capaz de provocar a ignição no motor de um Carocha com a bateria em baixo. Já há até mulheres a treinar para carregar a bateria do telemóvel: dizem que é só ter o orgasmo e, tchan... carregar. Portanto, é preciso ter muito cuidado porque aquilo, afinal, não é uma rata: é uma torradeira eléctrica!!! E se der curto-circuito na hora de 'virar os olhos'? Além de vesgo, fica-se com a doença de Parkinson e com a salsicha assada. Preservativo agora é pouco: tem de se mandar encamisar na Michelin. E, no momento da descarga, é recomendado usar sapatos de borracha, não os descalçar e não pisar o chão molhado. É também aconselhável que, antes de se começar a molhar o biscoito, se pergunte à parceira se ela é de 110 ou de 220 volts, não se vá esturricar a alheira.”
Livra, prefiro apanhar um valente escaldão em cima da bicicleta : )
Livra, prefiro apanhar um valente escaldão em cima da bicicleta : )

23/05/08
BvTT-Bairrada vinhateira TT - Anadia - 14 Setembro 2008
Ora aqui está mais um passeio de btt pertinho de casa e ideal para recuperar a forma, ou não, depois das férias de Agosto.
Passeio inserido nas comemorações dos 75 anos dos Bombeiros Voluntários de Anadia, com um percurso pelas vinhas da Bairrada e com passagens e paragens em algumas adegas locais. Com 2 percursos de dificuldade baixa (60 e 30 kms) e passeio pedestre para os acompanhantes. Inscrições brevemente em http://www.ahbva.com/passeiobtt , com um custo de 15 €.
Passeio inserido nas comemorações dos 75 anos dos Bombeiros Voluntários de Anadia, com um percurso pelas vinhas da Bairrada e com passagens e paragens em algumas adegas locais. Com 2 percursos de dificuldade baixa (60 e 30 kms) e passeio pedestre para os acompanhantes. Inscrições brevemente em http://www.ahbva.com/passeiobtt , com um custo de 15 €.
19/05/08
Cruz Vermelha Portuguesa
A voltinha da praxe deste domingo foi molhada. Eu e mais dois amigos saímos às 9 horas das Caves sem grande vontade para muitas andanças. O tempo estava bastante incerto e passado pouco tempo de começarmos a pedalar estava já a chover. O percurso foi bastante plano e rolante, com alguma lama. Eu não estava com muita vontade de me meter em aventuras, estava um pouco cansado e o médico tinha recomendado pouco esforço! No sábado fui fazer aquilo que já há algum tempo queria fazer, fui dar sangue. È verdade, às 9 e pouco estava já na Cruz Vermelha Portuguesa, de manga arregaçada e pronto a dar o meu precioso “sangue”. Sempre achei que dar sangue é daquelas obrigações morais e cívicas que devemos ter para com os outros que precisam e desta foi de vez. Foi quase meio litrinho, agora ainda vou esperar cerca de um mês pelo resultado das análises para poder saber se na realidade posso ser dador ou não. Perguntei ao médico se podia praticar desporto no domingo, ele disse que não convinha exagerar, podia mas com calma. Na verdade passei o sábado um pouco cansado e “mole”, o meio litrinho estava cá a fazer falta! Fica aqui o apelo a todos os que queriam e possam, vão dar sangue, não custa nada e ajudam aqueles que precisam, que sabe se amanha não somos nós a precisar!

06/05/08
Rescaldo da Maratona de Portalegre 2008
Esta foi mais uma participação dos Amigos da Cantadinha, naquela que é considerada por muitos a prova referência de btt a nível nacional. Para mim foi a primeira participação e é claro que as expectativas eram muitas. Todos falavam desta e daquela situação, mas realmente vivermos nós próprios essas situações é indescritível.
Vou tentar deixar aqui um breve relato do que foram estes dois dias fantásticos.
Saímos na sexta-feira, por volta as 14 horas. O facto de termos conseguido uma carrinha grande facilitou bastante a logística, porque levar cerca de 20 bicicletas e sacos de todos não seria tarefa fácil. A primeira paragem foi pelas bandas da Sertã onde fizemos um pequeno lanche para retemperar as forças. A broa e o chouriço caseiro não faltaram!
Chegamos a Portalegre ao fim da tarde, o nervosismo já se fazia sentir no ar, muitos já tinham chegado e a confusão era alguma. Foi tempo de escolher um sítio para acampar a passar a noite. Com sorte encontramos um local relativamente perto do local de partida e sossegado para dormir!? Depois de montadas as tendas foi tempo de comer alguma coisa. Estava a escurecer e o frio já se fazia sentir.
Ao fim da noite ainda fomos conhecer um pouco de Portalegre, percorrendo algumas das ruas da zona histórica. Regressámos “à base” e depois das tropas sossegarem lá tentamos descansar um pouco.
A noite foi passada praticamente de olho aberto, a “cama” não ajudou e o barulho toda a noite muito menos.
O despertar foi às 6 da manha, comer alguma coisa, verificar o equipamento da bike e pedalar rápido até ao controlo zero, onde muitos já estavam há algum tempo. O controlo abriu apenas às 7 e foi uma corrida louca até ao local da partida. Como o ditado diz que “em Roma sê romano” também eu e o João Paulo fomos naquela correria desenfreada, tentando obter um bom lugar para a partida. Todos diziam que a partida era extremamente importante, tentar sair com os primeiros evitaria depois ter de parar em estrangulamentos da estrada. A partida foi à hora marcada e foi qualquer coisa de inacreditável, 3000 e muitas bikes faziam uma mancha incrível no asfalto. Os primeiros 10/12 kms foram em alcatrão e sempre a subir para a Serra de S. Mamede, o pelotão foi alongando bastante. Desengane-se quem pensar que o Alentejo é plano, a Serra de S. Mamede estava lá pronta a mostrar o contrário e estes primeiros kms mostravam que a coisa iria ser bastante dura. Depois de deixarmos o alcatrão, já perto dos 800 metros de atitude, entramos nos fantásticos trilhos da Serra de S. Mamede. Bastante pó, muito calor, alguma pedra, subidas e descidas q.b., quase que me enganava na separação dos percursos e ia para os 100, felizmente apercebi-me a tempo de ainda poder voltar para trás. À excepção de uma situação, achei o percurso bem marcado, com partes em alcatrão que dava para descansar um pouco e ganhar alguma velocidade. Os Amigos da Cantadinha, cada um ao seu ritmo lá foram percorrendo os 57 kms bem durinhos, com uma parte final que poderia ter sido bem mais suave, mas que obrigou a desmontar e ter que fazer aquela subidazora final com a bike à mão!!
Ainda estou para perceber o que realmente faz desta maratona a mais concorrida a nível nacional, se os fantásticos trilhos da Serra de S. Mamede, se a dureza da prova em si ou a, quanto a mim, fantástica organização que está por detrás de um evento destes, certamente com algumas falhas, mas com uma logística que é de louvar.
Como dizia um amigo meu, esta é daquelas provas em que dá gosto ir nem que seja só para apreciar aquele espectáculo!
Os Amigos da Cantadinha regressaram a casa com alguns furos, com muitos empenos, mas com uma grande satisfação de terem participado nesta maratona. Para o ano há mais!
Vou tentar deixar aqui um breve relato do que foram estes dois dias fantásticos.
Saímos na sexta-feira, por volta as 14 horas. O facto de termos conseguido uma carrinha grande facilitou bastante a logística, porque levar cerca de 20 bicicletas e sacos de todos não seria tarefa fácil. A primeira paragem foi pelas bandas da Sertã onde fizemos um pequeno lanche para retemperar as forças. A broa e o chouriço caseiro não faltaram!
Chegamos a Portalegre ao fim da tarde, o nervosismo já se fazia sentir no ar, muitos já tinham chegado e a confusão era alguma. Foi tempo de escolher um sítio para acampar a passar a noite. Com sorte encontramos um local relativamente perto do local de partida e sossegado para dormir!? Depois de montadas as tendas foi tempo de comer alguma coisa. Estava a escurecer e o frio já se fazia sentir.
Ao fim da noite ainda fomos conhecer um pouco de Portalegre, percorrendo algumas das ruas da zona histórica. Regressámos “à base” e depois das tropas sossegarem lá tentamos descansar um pouco.
A noite foi passada praticamente de olho aberto, a “cama” não ajudou e o barulho toda a noite muito menos.
O despertar foi às 6 da manha, comer alguma coisa, verificar o equipamento da bike e pedalar rápido até ao controlo zero, onde muitos já estavam há algum tempo. O controlo abriu apenas às 7 e foi uma corrida louca até ao local da partida. Como o ditado diz que “em Roma sê romano” também eu e o João Paulo fomos naquela correria desenfreada, tentando obter um bom lugar para a partida. Todos diziam que a partida era extremamente importante, tentar sair com os primeiros evitaria depois ter de parar em estrangulamentos da estrada. A partida foi à hora marcada e foi qualquer coisa de inacreditável, 3000 e muitas bikes faziam uma mancha incrível no asfalto. Os primeiros 10/12 kms foram em alcatrão e sempre a subir para a Serra de S. Mamede, o pelotão foi alongando bastante. Desengane-se quem pensar que o Alentejo é plano, a Serra de S. Mamede estava lá pronta a mostrar o contrário e estes primeiros kms mostravam que a coisa iria ser bastante dura. Depois de deixarmos o alcatrão, já perto dos 800 metros de atitude, entramos nos fantásticos trilhos da Serra de S. Mamede. Bastante pó, muito calor, alguma pedra, subidas e descidas q.b., quase que me enganava na separação dos percursos e ia para os 100, felizmente apercebi-me a tempo de ainda poder voltar para trás. À excepção de uma situação, achei o percurso bem marcado, com partes em alcatrão que dava para descansar um pouco e ganhar alguma velocidade. Os Amigos da Cantadinha, cada um ao seu ritmo lá foram percorrendo os 57 kms bem durinhos, com uma parte final que poderia ter sido bem mais suave, mas que obrigou a desmontar e ter que fazer aquela subidazora final com a bike à mão!!
Ainda estou para perceber o que realmente faz desta maratona a mais concorrida a nível nacional, se os fantásticos trilhos da Serra de S. Mamede, se a dureza da prova em si ou a, quanto a mim, fantástica organização que está por detrás de um evento destes, certamente com algumas falhas, mas com uma logística que é de louvar.
Como dizia um amigo meu, esta é daquelas provas em que dá gosto ir nem que seja só para apreciar aquele espectáculo!
Os Amigos da Cantadinha regressaram a casa com alguns furos, com muitos empenos, mas com uma grande satisfação de terem participado nesta maratona. Para o ano há mais!







28/04/08
Rescaldo da 2ª Maratona Ribeiras da Estrela – Paul
O fim-de-semana pelas bandas da Serra da Estrela foi simplesmente espectacular. Saímos no sábado de manha, já com o itinerário bem definido, em direcção a Coimbra onde apanhamos o IP3. Saída em direcção em Arganil, com o objectivo de visitar a fantástica aldeia do Piódão, em plena Serra do Açor. Quando se fala das aldeias históricas, o Piódão é daquelas que nos vem logo à cabeça e eu já à muito que planeava esta visita.
Fiquei extremamente surpreendido com a quantidade de pessoas que vi por lá e também pela aspecto turístico e muito comercial que a aldeia já tem! Fiquei com a ideia de que o comércio é um dos principais meios de subsistência da população local, na sua maioria já de idade.
Depois de almoço seguimos viagem em direcção à Covilhã, atravessando a Serra do Açor e entrando depois já na Serra da Estrela, com destino à vila do Paul. Antes ainda subimos à Serra da Estrela, para apreciar aquelas fantásticas paisagens cobertas de NEVE!! È verdade, quem diria nesta altura do ano termos oportunidade de apreciar tamanho espectáculo.
As horas passavam e era tempo de rumar à vila do Paul, onde iríamos pernoitar em casa dos amigos Luís e Leonor. Depois de um fantástico jantar, ainda fui a tempo de participar com o Luís Miguel no passeio nocturno organizado pelos Pedais do Paul, inserido já na Maratona de domingo. Penso que não éramos mais de uma dúzia para o passeio, que deu para conhecer um pouco dos caminhos que nos iriam esperar no dia seguinte. Paragem a meio para um abastecimento do melhor, enchidos, queijo….bem, eu nem sei, tudo do bom e do melhor. Mais uns kms e estava o passeio terminado, mas….. afinal ainda não tinha terminado, ainda havia um saboroso caldo verde para retemperar as forças e dormir melhor.
Domingo de manha, depois de equipar, foi tempo de levantar o dorsal e voltar ao local da partida, onde existiam tendas da Cruz Vermelha e uma tenda de massagens. Como a partida atrasou bastante, aproveitei para medir a tensão na tenda da Cruz Vermelha e depois esperei por uma massagem !!!! Claro que ainda tentei arranjar vez na marquesa das meninas, mas com a patroa a mandar-me para a marquesa de onde todos fugiam, não tive hipótese. Também não era para menos, era um tipo de cor com quase dois metros de altura e uns braços que parecia o Hércules, as minhas pernitas numas mãos daquelas estava a ver que ia ficar logo ali todo empenado!! Mas a coisa correu bem, meti conversa e quando lhe digo de onde sou, bem… fiquei com um amigo para a vida. Este senhor de nome KEITA foi um antigo avançado dos tempos áureos do Recreio Desportivo de Águeda, de quem eu bem me lembro de ver naquelas tardes de domingo em que ia à bola com o meu pai. Ele conhecia um amigo do amigo do amigo….. bem, fantástico!! Pelo que percebi, ele agora tem uma empresa de massagens na Covilhã e também no Paul. Mesmo assim, ainda acho que tinha gostado mais das massagens das meninas?!
Depois da volta de apresentação pelo interior da vila, foi a partida oficial para um percurso fantástico. Umas boas subidas iniciais e o forte calor que já se começava a sentir, foram alongado o pelotão, com a Serra da Estrela em pano de fundo, apareceram as primeiras ribeiras e os trilhos mais técnicos. O 1º grande abastecimento foi de “comer e rebolar no chão”. Queijo, enchidos, broa caseira, fruta, bolos, barras, bebidas isotónicas, tudo do melhor!!
Conheci alguns dos amigos “Cagareus” de Aveiro e do ArganaBTT de Monsarros, com os quais fiz alguns kms, nomeadamente com o Hernâni e o Faísca. Muitas fotografias e muita camaradagem, eu fiquei pelos 40 kms eles continuaram para os 80, certamente não vão faltar oportunidades de nos voltarmos a encontrar!
A seguir ao banho, fomos ao almoço. Devo confessar que a vontade de comer nem era muita, mas depois de provar aquele arroz de feijão com carne de porco assado no espeto não resisti. Para sobremesa ainda veio um gelado e queijo, muito e bom queijo de ovelha. Foi comer do bom e do melhor, sempre com a boa vontade das pessoas da organização e habitantes do Paul.
Depois foi tempo de nos fazermos ao caminho, ainda tínhamos bastantes kms pela frente. Certamente esta é uma daquelas maratonas que fica na memória e na agenda para o próximo ano. Foi o bom exemplo daquilo que é uma prova extremamente bem organizada por quem sabe da coisa, com abastecimentos de grande qualidade, trilhos do melhor para a prática do btt e uma hospitalidade das gentes do Paul que já não é comum encontrar nos nossos dias!! Para o ano há mais.






Fiquei extremamente surpreendido com a quantidade de pessoas que vi por lá e também pela aspecto turístico e muito comercial que a aldeia já tem! Fiquei com a ideia de que o comércio é um dos principais meios de subsistência da população local, na sua maioria já de idade.
Depois de almoço seguimos viagem em direcção à Covilhã, atravessando a Serra do Açor e entrando depois já na Serra da Estrela, com destino à vila do Paul. Antes ainda subimos à Serra da Estrela, para apreciar aquelas fantásticas paisagens cobertas de NEVE!! È verdade, quem diria nesta altura do ano termos oportunidade de apreciar tamanho espectáculo.
As horas passavam e era tempo de rumar à vila do Paul, onde iríamos pernoitar em casa dos amigos Luís e Leonor. Depois de um fantástico jantar, ainda fui a tempo de participar com o Luís Miguel no passeio nocturno organizado pelos Pedais do Paul, inserido já na Maratona de domingo. Penso que não éramos mais de uma dúzia para o passeio, que deu para conhecer um pouco dos caminhos que nos iriam esperar no dia seguinte. Paragem a meio para um abastecimento do melhor, enchidos, queijo….bem, eu nem sei, tudo do bom e do melhor. Mais uns kms e estava o passeio terminado, mas….. afinal ainda não tinha terminado, ainda havia um saboroso caldo verde para retemperar as forças e dormir melhor.
Domingo de manha, depois de equipar, foi tempo de levantar o dorsal e voltar ao local da partida, onde existiam tendas da Cruz Vermelha e uma tenda de massagens. Como a partida atrasou bastante, aproveitei para medir a tensão na tenda da Cruz Vermelha e depois esperei por uma massagem !!!! Claro que ainda tentei arranjar vez na marquesa das meninas, mas com a patroa a mandar-me para a marquesa de onde todos fugiam, não tive hipótese. Também não era para menos, era um tipo de cor com quase dois metros de altura e uns braços que parecia o Hércules, as minhas pernitas numas mãos daquelas estava a ver que ia ficar logo ali todo empenado!! Mas a coisa correu bem, meti conversa e quando lhe digo de onde sou, bem… fiquei com um amigo para a vida. Este senhor de nome KEITA foi um antigo avançado dos tempos áureos do Recreio Desportivo de Águeda, de quem eu bem me lembro de ver naquelas tardes de domingo em que ia à bola com o meu pai. Ele conhecia um amigo do amigo do amigo….. bem, fantástico!! Pelo que percebi, ele agora tem uma empresa de massagens na Covilhã e também no Paul. Mesmo assim, ainda acho que tinha gostado mais das massagens das meninas?!
Depois da volta de apresentação pelo interior da vila, foi a partida oficial para um percurso fantástico. Umas boas subidas iniciais e o forte calor que já se começava a sentir, foram alongado o pelotão, com a Serra da Estrela em pano de fundo, apareceram as primeiras ribeiras e os trilhos mais técnicos. O 1º grande abastecimento foi de “comer e rebolar no chão”. Queijo, enchidos, broa caseira, fruta, bolos, barras, bebidas isotónicas, tudo do melhor!!
Conheci alguns dos amigos “Cagareus” de Aveiro e do ArganaBTT de Monsarros, com os quais fiz alguns kms, nomeadamente com o Hernâni e o Faísca. Muitas fotografias e muita camaradagem, eu fiquei pelos 40 kms eles continuaram para os 80, certamente não vão faltar oportunidades de nos voltarmos a encontrar!
A seguir ao banho, fomos ao almoço. Devo confessar que a vontade de comer nem era muita, mas depois de provar aquele arroz de feijão com carne de porco assado no espeto não resisti. Para sobremesa ainda veio um gelado e queijo, muito e bom queijo de ovelha. Foi comer do bom e do melhor, sempre com a boa vontade das pessoas da organização e habitantes do Paul.
Depois foi tempo de nos fazermos ao caminho, ainda tínhamos bastantes kms pela frente. Certamente esta é uma daquelas maratonas que fica na memória e na agenda para o próximo ano. Foi o bom exemplo daquilo que é uma prova extremamente bem organizada por quem sabe da coisa, com abastecimentos de grande qualidade, trilhos do melhor para a prática do btt e uma hospitalidade das gentes do Paul que já não é comum encontrar nos nossos dias!! Para o ano há mais.






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