29/10/10
25/10/10
ESTA SEMANA CELEBRAMOS UM ANIVERSÁRIO MUITO ESPECIAL
21/10/10
19/10/10
Elevation

Diferenças de Altitudes 491 Meter (9 para 500 Meter)
Subida acumulada 1741 Meter
Descida acumulada 1714 Meter
Kcal 2305
Fat 35%
AVG 22.6km/h
Velocidade máxima 70,5km/h
Tempo dispendido 3.26h
Distância percorrida 77,88kms
A volta de roda fina deste fim-de-semana levou-me ali para as bandas de Sever do Vouga e arredores. Como agora descobri uma “ferramenta” na Internet que permite criar percursos e fazer umas coisas engraçadas com a altimetria, decidi postar aqui um pequeno gráfico. O gráfico não está completo na sua parte final, uma vez que faltam alguns kms, mas dá para ter uma noção elucidativa do percurso…
06/10/10
2º Raid BTT Gastronómico LAAC
Realiza-se já no próximo dia 7 de Novembro, em Aguada de Cima, o 2º Raid BTT Gastronómico. Custo de inscrição de 20€ e limitado a 150 participantes.
22/09/10
bem a propósito...

Os cães atrás dos ciclistas e a música dos Talking Heads
in http://reporterasolta.blogspot.com
Tive um professor de liceu que tinha dado a volta à Europa de bicicleta. Contou isso nas aulas, e nós ficámos fascinados com o calibre da aventura, principalmente por o seu protagonista ser aquele homem alto e curvado, de voz monocórdica e óculos na ponta do nariz. Ninguém imaginava o cinzento professor de História a pedalar de cidade em cidade, atravessando fronteiras, por estradas inóspitas e intermináveis. Mas era precisamente esse contraste entre aquela figura banal e o seu incrível estilo de vida que prendia a nossa atenção. Ele contava episódios surpreendentes, aquelas coisas inesperadas e descabidas que são, viria eu a perceber mais tarde, próprias das histórias verdadeiras.
Lembro-me bem de uma delas, talvez por o professor a ter mencionado várias vezes com grande ênfase. “Sabem qual é o principal problema de quem anda pelas estradas de bicicleta?”, perguntava ele. E respondia, para nosso espanto: “São os cães”.
De facto, que há de melhor do que um ciclista, numa tarde modorrenta e soalheira, para quebrar o tédio da comunidade canídea de uma aldeia? Os cães adoram ciclistas. Gostam de correr atrás de tudo o que passa na estrada, sejam carros ou motos, mas as bicicletas têm uma vantagem: é possível alcançá-las, e abocanhar os calcanhares do ciclista durante quilómetros.
Era uma imagem terrível e um pouco decepcionante. De facto, quando pensamos em alguém a dar a volta à Europa em bicicleta não imaginamos um professor de História a pedalar com uma matilha de cães a roer-lhe os tornozelos. Mas a bicicleta é isso mesmo. Não flutua sobre a realidade, não possui qualquer espécie de invólucro protector. Está em contacto com as coisas, e nós também. De bicicleta, sentimos o calor e o frio, o vento, a chuva, os sons e os cheiros, e também o fumo, os buracos do caminho e os dentes afiados dos cães. Bicicleta é isso: sentir.
Isso faz dela o veículo perfeito para conhecer uma zona urbana. É rápida, leve e silenciosa, estaciona-se em qualquer lugar e não conhece obstáculos. No selim de uma bicicleta tornamo-nos donos de uma cidade. Quando ela está preparada, com ciclovias, espaços não poluídos e lugares próprios de estacionamento, pedalar torna-se tão natural como caminhar. Quando não está, como é o caso de Lisboa ou Porto, o ciclismo é um desporto radical. Perigoso, mas não menos estimulante: pode-se circular pelas faixas de rodagem ou pelos passeios, zonas pedonais, escadas ou vias de sentido proibido. Já que à bicicleta não é reconhecido o direito de cidadania, pois então vale tudo.
O músico David Byrne é um fanático da bicicleta. Para todo o lado onde viaja leva a sua (que hoje em dia é um modelo dobrável). Escreveu um livro, Bicycle Diaries, onde fala de várias cidades do mundo, vistas da sua bicicleta. Há capítulos sobre Nova Iorque, Berlim, Londres, Buenos Aires, Sydney ou Manila. Mas as cidades mais interessantes, diz o vocalista dos Talking Heads, são as que não têm condições para bicicletas, como Roma (e ele nunca pedalou em Lisboa!)
“Sinto-me mais ligado à vida nas ruas do que se estivesse dentro de um automóvel ou um transporte público”, escreve o músico. “Ocorreu-me que as cidades são manifestações físicas das nossas crenças mais profundas, dos nossos pensamentos muitas vezes inconscientes, não tanto como indivíduos, mas como os animais sociais que somos”. Vista de uma bicicleta, a cidade é uma espécie de retrato vivo e a três dimensões da complexidade da mente humana. “É como navegar pelas fibras neuronais de um enorme cérebro global. É realmente uma viagem no interior da psique colectiva”.
E é também, diz ainda David Byrne, um exercício de auto-contemplação e meditação, e a melhor forma, para um artista, de obter inspiração para criar.
Acabei de ler isto e pensei nas canções dos Talking Heads que poderão ter sido escritas no selim de uma bicicleta. “Run run run away psyco killer” (Foge foge assassino psicopata)? É bem possível, se pensarmos no problema descrito pelo meu professor de História.
21/09/10
Rota da Aldeia do Rugby - Moita
A Rota da Aldeia do Rugby realiza-se dia 26 de Setembro, na Moita - Anadia, e tem um percurso de 40 kms. Mais informações em http://moitarugbyclubedabairrada.blogspot.com/
09/09/10
Festival 2 Rodas - Águeda
A 1ª edição do Festival 2 Rodas realiza-se de 24 a 26 de Setembro, em Águeda, e inclui uma prova de 3 horas de resistência em btt. Mais informações em http://www.mxagueda.com
14/08/10
Altimetria da subida da Serra do Caramulo
Para quem é um pouco curioso e gosta de saber por onde pedala, deixo aqui uma pequena análise que fiz à altimetria da 1ª etapa da Volta a Portugal, que ligou Gouveia a Oliveira de Azeméis e que passou por uma das míticas subidas da nossa região. A subida da Serra do Caramulo.
Com base na altimetria disponível do site da Volta, foi possível perceber que de Campo de Besteiros (estamos a uma altitude de 298 metros) até ao centro do Caramulo são 8,9 kms e depois ao cimo da subida do Caramulo (875 metros de altitude) são mais 4 kms, vencendo no total um desnível de 577 metros, num total de 12,9 kms. Depois, do cimo do Caramulo até à ponte sobre o rio Águeda, antes de começarmos a subir para a localidade de Igreja, são 22 kms, onde descemos aos 91 metros de altitude, com um desnível de 784 metros. Ou seja, de Campo de Besteiros à ponte são 34,9 kms.
Por exemplo, quem sair da ponte nova de Águeda (junto à curva do Miguel) (29 metros de altitude) em direcção a Bolfiar (66 metros de altitude), passe S. João do Monte (553 metros de atitude) e chegue ao cimo do Caramulo (875 metros de altitude), são 34,4 kms e 846 metros de desnível. Se depois descermos ao centro do Caramulo (mais 4 kms) e continuarmos até Campo de Besteiros, são 47,3 kms no total.
Com base na altimetria disponível do site da Volta, foi possível perceber que de Campo de Besteiros (estamos a uma altitude de 298 metros) até ao centro do Caramulo são 8,9 kms e depois ao cimo da subida do Caramulo (875 metros de altitude) são mais 4 kms, vencendo no total um desnível de 577 metros, num total de 12,9 kms. Depois, do cimo do Caramulo até à ponte sobre o rio Águeda, antes de começarmos a subir para a localidade de Igreja, são 22 kms, onde descemos aos 91 metros de altitude, com um desnível de 784 metros. Ou seja, de Campo de Besteiros à ponte são 34,9 kms.
Por exemplo, quem sair da ponte nova de Águeda (junto à curva do Miguel) (29 metros de altitude) em direcção a Bolfiar (66 metros de altitude), passe S. João do Monte (553 metros de atitude) e chegue ao cimo do Caramulo (875 metros de altitude), são 34,4 kms e 846 metros de desnível. Se depois descermos ao centro do Caramulo (mais 4 kms) e continuarmos até Campo de Besteiros, são 47,3 kms no total.
Etapa da Volta RTP (Fafe - Alto da Senhora da Graça)
Participei este ano, e pela segunda vez consecutiva, em mais uma edição da Etapa da Volta RTP. Esta 4ª edição teve lugar no tradicional dia de descanso da Volta a Portugal (9 de Agosto) e partiu do Parque da Cidade de Fafe rumo ao mítico Alto da Senhora da Graça, em Mondim de Basto.
À semelhança do ano passado em que tínhamos no final a difícil subida de Santa Quitéria, em Felgueiras, este ano a organização apresentou um percurso com pouco mais de 67 kms, em que tivemos no final a mítica subida do Monte Farinha com chegada ao Alto da Senhora da Graça.
Passavam poucos minutos das 9:30h da manhã quando os cerca de 700 ciclistas partiram de Fafe, a temperatura estava bastante agradável mas o sol prometia aquecer!
O pelotão passou perto de Lixa e Felgueiras, seguindo depois em direcção a Celorico de Basto, entrando em Mondim de Basto onde faltava a recta final de 8 kms sempre a subir até ao Alto da Senhora da Graça.
Só conhecia a mítica subida das reportagens da Volta a Portugal, onde nem sempre é possível perceber a verdadeira inclinação e a dimensão do esforço exigido a quem sobe. Claro que já tinha ouvido muitos falarem desta mítica subida e da sua extrema dureza, mas uma coisa é ouvir, outra é faze-la em cima de uma bicicleta a pedalar. É certamente daquelas que vai ficar na memória.
Muitos terminaram esta jornada em Mondim de Basto, outros foram em frente e deram grande “luta” ao Monte Farinha, até aos 947 metros de altitude, numa subida sem fim em que os últimos 8200 metros têm inclinações até 12%.
Os termómetros deviam já marcar os trinta e muitos graus e eu segui com um pequeno grupo em andamento moderado. Fizemos um pequeno abastecimento de água a meio da subida e depois curva atrás de curva, com subidas de perder de vista, onde íamos já encontrando alguns dos que tinham terminado e regressavam a Mondim, chegámos à meta no Alto da Senhora da Graça. Grande teste físico e até psicológico. Para recordar…
Dia fantástico a pedalar e a viver as emoções da Volta a Portugal !!












À semelhança do ano passado em que tínhamos no final a difícil subida de Santa Quitéria, em Felgueiras, este ano a organização apresentou um percurso com pouco mais de 67 kms, em que tivemos no final a mítica subida do Monte Farinha com chegada ao Alto da Senhora da Graça.
Passavam poucos minutos das 9:30h da manhã quando os cerca de 700 ciclistas partiram de Fafe, a temperatura estava bastante agradável mas o sol prometia aquecer!
O pelotão passou perto de Lixa e Felgueiras, seguindo depois em direcção a Celorico de Basto, entrando em Mondim de Basto onde faltava a recta final de 8 kms sempre a subir até ao Alto da Senhora da Graça.
Só conhecia a mítica subida das reportagens da Volta a Portugal, onde nem sempre é possível perceber a verdadeira inclinação e a dimensão do esforço exigido a quem sobe. Claro que já tinha ouvido muitos falarem desta mítica subida e da sua extrema dureza, mas uma coisa é ouvir, outra é faze-la em cima de uma bicicleta a pedalar. É certamente daquelas que vai ficar na memória.
Muitos terminaram esta jornada em Mondim de Basto, outros foram em frente e deram grande “luta” ao Monte Farinha, até aos 947 metros de altitude, numa subida sem fim em que os últimos 8200 metros têm inclinações até 12%.
Os termómetros deviam já marcar os trinta e muitos graus e eu segui com um pequeno grupo em andamento moderado. Fizemos um pequeno abastecimento de água a meio da subida e depois curva atrás de curva, com subidas de perder de vista, onde íamos já encontrando alguns dos que tinham terminado e regressavam a Mondim, chegámos à meta no Alto da Senhora da Graça. Grande teste físico e até psicológico. Para recordar…
Dia fantástico a pedalar e a viver as emoções da Volta a Portugal !!












19/07/10
Rescaldo do 3º Passeio BTT Nocturno “Na Rota das Minis”
Realizou-se no passado fim-de-semana, dia 18 de Junho, em Aguada de Baixo o 3º Passeio BTT Nocturno “Na Rota das Minis”, organizado pelo pessoal da BICIARCA. O passeio, com uma limitação prevista de 100 participantes, que rapidamente atingiu os 150, percorreu, praticamente, só a Freguesia de Aguada de Baixo, tendo-nos brindado com fantásticos trilhos e single-tracks.
No entanto, o melhor estaria ainda para vir, com os abastecimentos. O 1º foi logo aos 5 kms e deu para limpar o pó da garganta com uma mini bem fresquinha. O 2º foi por volta dos 15/20 kms, no Carqueijo, onde fomos brindados com uma mesada capaz de deixar muitos de boca aberta. Desde moelas, chouriça assada, rojões, panados, queijo da serra, bem nem sei que mais… fantástico!! Depois foi seguir em direcção às Almas da Areosa e Passadouro, onde fizemos os dois já emblemáticos singles-tracks, que nos trouxeram de volta a Aguada. Banho tomado e foi tempo de retemperar forças com mais umas fêveras, um caldo verde fantástico e sobremesa. Foi uma noite fantástica de grande convívio e de 800 minis vazias!!!
Parabéns à BICIARCA e à ARCA por mais esta iniciativa, e por saberem mostrar que as gentes de Aguada sabem receber bem quem nos visita!!!











No entanto, o melhor estaria ainda para vir, com os abastecimentos. O 1º foi logo aos 5 kms e deu para limpar o pó da garganta com uma mini bem fresquinha. O 2º foi por volta dos 15/20 kms, no Carqueijo, onde fomos brindados com uma mesada capaz de deixar muitos de boca aberta. Desde moelas, chouriça assada, rojões, panados, queijo da serra, bem nem sei que mais… fantástico!! Depois foi seguir em direcção às Almas da Areosa e Passadouro, onde fizemos os dois já emblemáticos singles-tracks, que nos trouxeram de volta a Aguada. Banho tomado e foi tempo de retemperar forças com mais umas fêveras, um caldo verde fantástico e sobremesa. Foi uma noite fantástica de grande convívio e de 800 minis vazias!!!
Parabéns à BICIARCA e à ARCA por mais esta iniciativa, e por saberem mostrar que as gentes de Aguada sabem receber bem quem nos visita!!!











Rescaldo da 5ª Maratona Vale do Vouga – Águeda
Participei no passado dia 4 de Julho na 5ª edição daquela que para mim continua a ser, não obstante as falhas que existiram, uma das maratonas que está ao nível das melhores que se realizam em terras lusas. O facto de este ano a prova contar para a Taça Nacional de Maratonas permitiu ver desfilar por Águeda os melhores atletas da modalidade. O reverso da medalha foi o facto de termos se partir às 9:30h, debaixo de um calor já insuportável.
Este ano com um percurso novo, mas mantendo algumas das zonas emblemáticas das edições anteriores, a maratona não suscitou grande paixão nos inscritos, o calor e o acumulado prometiam fazer copiosa mossa, talvez isso justificando um pouco a participação massiva na meia maratona.
Em conclusão, meia maratona concluída com pouco mais de 3 horas, sem problemas mecânicos e já debaixo de um calor terrível. Deixo aqui a altimetria dos dois percurso e uma justa homenagem ao Ruben Almeida, o vencedor da Maratona!!!



Este ano com um percurso novo, mas mantendo algumas das zonas emblemáticas das edições anteriores, a maratona não suscitou grande paixão nos inscritos, o calor e o acumulado prometiam fazer copiosa mossa, talvez isso justificando um pouco a participação massiva na meia maratona.
Em conclusão, meia maratona concluída com pouco mais de 3 horas, sem problemas mecânicos e já debaixo de um calor terrível. Deixo aqui a altimetria dos dois percurso e uma justa homenagem ao Ruben Almeida, o vencedor da Maratona!!!



Passeio BTT Nocturno Rota das Vinhas – Anadia
Realizou-se no passado dia 19 de Junho mais uma edição, a 6ª, do Passeio Nocturno BTT da Rota das Vinhas, inserido na Feira da Vinha e do Vinho de Anadia, e organizado, como sempre, pelo pessoal dos Lobos da Montanha. Como vem sendo habitual participei mais uma vez neste evento que nos levou pelos trilhos e vinhas daquela zona, sempre em ritmo de grande convívio.

Ciclo Peregrinação a Fátima
Foi mais uma vez o cumprir de uma tradição que me levou a juntar ao pessoal da BICIARCA e fazer no passado dia 10 de Junho esta peregrinação até Fátima em bicicleta de estrada. Este ano com um percurso um pouco diferente do habitual, uma vez que optámos por em Condeixa seguir em direcção a Ansião, Alvaiázere e Ourém, com o conta-quilómetros no fim da jornada a marcar mais alguns kms, mas um percurso muito mais agradável e descontraído do que o normalmente efectuado pela N1/IC2. Foram 140 kms num dia que começou bem cedo, mas que com o apoio da família e amigos decorreu da melhor maneira e sem incidentes. Algumas fotos…








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