26/05/10

Rescaldo do 3º Trilhos do Alvarinho em BTT

A 3ª edição dos Trilhos do Alvarinho em BTT realizou-se no passado dia 1 de Maio, em Melgaço, em pleno Parque Nacional da Peneda-Gerês. À muito tempo que procurava um motivo para conhecer melhor esta zona e os Trilhos do Alvarinho foram um boa escolha para passar o fim de semana por aquelas bandas…
Este é o único parque nacional de Portugal e situa-se no extremo nordeste do Minho, fazendo fronteira com a Galiza. É uma das maiores atracções naturais de Portugal, pela sua rara e impressionante beleza paisagística e importância ecológica, que se estende desde a serra do Gerês, passando pela serra da Peneda até à fronteira espanhola.
Nesta altura do ano e devido à Feira do Alvarinho e do Fumeiro, foi extremamente difícil conseguir alojamento em Melgaço, a única solução foi ficar alojado na vila de Castro Laboreiro, a pouco mais de 15 minutos de Melgaço.
Esta 3ª edição dos trilhos do Alvarinho é inserida nas festividades da Feira do Alvarinho e do Fumeiro, que conta ainda com outras actividades desportivas como o rafting, o kart cross, o atletismo e as caminhadas. Esta edição da prova de btt tinha um percurso de 25 kms e um outro de 50 kms, este com algum grau de dificuldade, que levou os mais de 200 inscritos pelas encostas de serra da Peneda, a quinta maior elevação de Portugal com 1416 metros de altitude.
A partida foi dada no Complexo Desportivo e de Lazer do Centro de Estágios de Melgaço, local com umas infra-estruturas fantásticas e inserido numa paisagem verde espantosa. Os primeiros kms foram de algum alcatrão, sempre a subir, até finalmente entrarmos nos trilhos…
Esta primeira parte do percurso foi extremamente dura, em que subimos dos 100 metros para os quase 800 metros de altitude em pouco mais de 15 kms. O “grosso do pelotão” foi alongando, o percurso não era fácil e as condições atmosféricas de algum frio e nevoeiro também não facilitavam o andamento. As subidas eram longas e as descidas muito curtas e técnicas q.b., com bastante pedra, por vezes eram mesmo só pedra, obrigando a muita concentração.
No geral foi um percurso muito técnico e duro, inserido numa paisagem espantosa, apenas com o aspecto negativo de alguns locais terem algumas falhas nas marcações.
Fim-de-semana por terras do Alto Minho que serviu ainda para visitar a Feira do Alvarinho e do Fumeiro e provar e comprar umas garrafitas do tão afamado vinho Alvarinho.

23/03/10

Vergonha...

"Com tanta mulher boa que há por aí, não sei porque é que andam a violar o segredo de Justiça."

19/03/10

Gente com dente...

O que é preciso é gente
gente com dente
gente que tenha dente
que mostre o dente

Gente que não seja decente
nem docente
nem docemente
nem delicodocemente

Gente com mente
com sã mente
que sinta que não mente
que sinta o dente são e a mente

Gente que enterre o dente
que fira de unha e dente
e mostre o dente potente
ao prepotente

O que é preciso é gente
que atire fora com essa gente

Essa gente dominada por essa gente
não sente como a gente
não quer
ser dominada por gente

NENHUMA!

A gente
só é dominada por essa gente
quando não sabe que é gente

Ana Hatherly, in "Um Calculador de Improbabilidades"

03/02/10

II Prova BTT Giesteira – Águeda

A 2º edição da prova de btt Giesteira – Águeda organizada pelos “BT Minis”vai realizar-se dia 16 de Maio. A prova tem um percurso único de 40 kms, um custo de inscrição de 15€ e é limitado aos 200 participantes. Mais informações em www.formfacil.com/btminis/contacto

13/01/10

Maratona BTT Rota da Vala Velha

A maratona realiza-se dia 14 de Março em Corticeiro de Cima - Mira, tem dois percursos alternativos (35 e 65 kms) e inscrição de 10€ (inclui almoço). Inscrições até dia 9 de Março em http://www.maratonacorticeiro.blogspot.com/

1ª Maratona BTT Sangalhos

A 1ª Maratona de BTT Sangalhos é organizada pelo Centro Cultural Desportivo do Paraimo – Sangalhos, no dia 28 de Fevereiro, com uma distância única de 50 kms. As inscrições têm um custo de 15€, até ao dia 12 de Fevereiro, e incluem banho, almoço, seguro e lembranças.

05/01/10

Para o Nando com carinho...

«Nunca recebi presentes do senhor Manuel Godinho. A não ser quando se deslocou a Vinhais e me ofereceu uma caixa de robalos», Armando Vara, no DN

16/12/09

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Rescaldo do 2º Assalto ao Caramulo

O dia começou bem cedo, o tempo estava bastante nublado e com alguns chuviscos á mistura. O ponto de encontro do pessoal de Águeda foi em Belazaima, em frente ao renovado café do Pompílio, de onde partimos em direcção à Capela. Os diversos “andamentos” fizeram com que o grupo se tivesse atrasado um pouco na chegada à Capela, onde deveríamos encontrar o pessoal de Monssaros…
Após algumas tentativas de contacto falhadas com o Faísca e ao adiantado das horas, decidimos comer qualquer coisa e seguir caminho. Fazia já bastante frio e o nevoeiro era também já muito.
Depois de chegarmos ao estradão das Eólicas e reunir as tropas, seguimos para a última parte que dava acesso a Malhapão e onde estava previsto as tropas reunirem-se todas!!
À chegada a Malhapão o ambiente estava bastante calmo, apenas algum pessoal de Aveiro estava já por ali a atacar à mesa o famoso trinchado!!! Decidimos não esperar e atacar também, a chegada das outras tropas previa uma grande confusão.
Depois das tropas alimentadas e com a confusão entretanto gerada com a chegada dos outros grupos, decidimos sair e atacar o indefeso Caramulinho… as tropas estavam moralizadas e achavam que era desta que a tomada era possível!
Depois de alguns enganos chegámos finalmente, por ali circulavam já alguns grupos, uns mais organizados que outros mas todos com um mesmo objectivo.
Foi um grande dia de btt, com algumas baixas “mecânicas” mas de grande espírito de companheirismo e entreajuda. Fica o registo de 60 e poucos kms, com 1500 mtrs de acumulado que vão perpetuar este assalto…




29/11/09

Assalto ao Caramulo – a incursão em terras inimigas!

E o que é que se faz em vésperas de uma grande batalha? Fácil, estuda-se o inimigo!!
A incursão em terras inimigas começou cedo, subi por Belazaima em direcção à capela e daí segui o estradão das eólicas. Ao longe já se avistava o Caramulinho e as enormes nuvens negras que sobre ele pairavam.
O tempo mudou repentinamente ao passar “olho de boi”, o vento, o granizo e o nevoeiro dificultavam muito continuar a pedalar. Já perto de Malhapão as tropas inimigas rechaçaram, enviaram uma manada de vacas e ovelhas que, saindo do meio do nevoeiro, quase me punham fora de combate. Prossegui, o nevoeiro era muito denso e o granizo caía em força.
Cheguei a Malhapão e entrei na tasca do sr. Cardoso. Ele não estava, bebi qualquer coisa e estive a falar um pouco com a “patroa” do ti Cardoso, que me disse já estar preparada para a invasão das tropas na próxima terça. Disse-me também que hoje já tinha nevado na zona do Caramulinho!!
Pois é meus amigos, parece que o inimigo também está preparado para a batalha final e vai utilizar todas as armas!! Preparem-se…

27/11/09

Assalto ao Caramulo…a 2ª vaga – 1 de Dezembro de 2009

Faz na próxima terça-feira, dia 1 de Dezembro, um ano em que um grupo de bravos soldados tentou tomar de assalto a Serra do Caramulo. As tropas, atacando pelos diversos flancos, Águeda, Tondela, Viseu, VN Monsarros, Anadia, Aveiro e Mortágua, não foram bem sucedidas na sua estratégia, a neve, a chuva e o frio apenas permitiram que chegassem a Malhapão de Cima, à Tasca do Sr. Cardoso. As baixas foram muitas, os feridos ainda hoje recuperam das mazelas e lembram assustadoramente esse dia…… A promessa tinha ficado no ar, “havemos de voltar a atacar”!!

Fica aqui o convite a quem se quiser aliar às tropas de Águeda, o ponto de encontro será em Belazaima, no café do Pompílio. A partida de Belazaima será às 8.30h, em ponto, em direcção à Capela e depois seguindo para Malhapão de Cima, onde está previsto comer qualquer coisa rápida para o ataque final ao Caramulo!

05/11/09

Os intocáveis

O processo Face Oculta deu-me, finalmente, resposta à pergunta que fiz ao ministro da Presidência Pedro Silva Pereira - se no sector do Estado que lhe estava confiado havia ambiente para trocas de favores por dinheiro. Pedro Silva Pereira respondeu-me na altura que a minha pergunta era insultuosa.
Agora, o despacho judicial que descreve a rede de corrupção que abrange o mundo da sucata, executivos da alta finança e agentes do Estado, responde-me ao que Silva Pereira fugiu: Que sim. Havia esse ambiente. E diz mais. Diz que continua a haver. A brilhante investigação do Ministério Público e da Polícia Judiciária de Aveiro revela um universo de roubalheira demasiado gritante para ser encoberto por segredos de justiça.
O país tem de saber de tudo porque por cada sucateiro que dá um Mercedes topo de gama a um agente do Estado há 50 famílias desempregadas. É dinheiro público que paga concursos viciados, subornos e sinecuras. Com a lentidão da Justiça e a panóplia de artifícios dilatórios à disposição dos advogados, os silêncios dão aos criminosos tempo. Tempo para que os delitos caiam no esquecimento e a prática de crimes na habituação. Foi para isso que o primeiro-ministro contribuiu quando, questionado sobre a Face Oculta, respondeu: "O Senhor jornalista devia saber que eu não comento processos judiciais em curso (…)". O "Senhor jornalista" provavelmente já sabia, mas se calhar julgava que Sócrates tinha mudado neste mandato. Armando Vara é seu camarada de partido, seu amigo, foi seu colega de governo e seu companheiro de carteira nessa escola de saber que era a Universidade Independente. Licenciaram-se os dois nas ciências lá disponíveis quase na mesma altura. Mas sobretudo, Vara geria (de facto ainda gere) milhões em dinheiros públicos. Por esses, Sócrates tem de responder. Tal como tem de responder pelos valores do património nacional que lhe foram e ainda estão confiados e que à força de milhões de libras esterlinas podem ter sido lesados no Freeport.
Face ao que (felizmente) já se sabe sobre as redes de corrupção em Portugal, um chefe de Governo não se pode refugiar no "no comment" a que a Justiça supostamente o obriga, porque a Justiça não o obriga a nada disso. Pelo contrário. Exige-lhe que fale. Que diga que estas práticas não podem ser toleradas e que dê conta do que está a fazer para lhes pôr um fim. Declarações idênticas de não-comentário têm sido produzidas pelo presidente Cavaco Silva sobre o Freeport, sobre Lopes da Mota, sobre o BPN, sobre a SLN, sobre Dias Loureiro, sobre Oliveira Costa e tudo o mais que tem lançado dúvidas sobre a lisura da nossa vida pública. Estes silêncios que variam entre o ameaçador, o irónico e o cínico, estão a dar ao país uma mensagem clara: os agentes do Estado protegem-se uns aos outros com silêncios cúmplices sempre que um deles é apanhado com as calças na mão (ou sem elas) violando crianças da Casa Pia, roubando carris para vender na sucata, viabilizando centros comerciais em cima de reservas naturais, comprando habilitações para preencher os vazios humanísticos que a aculturação deixou em aberto ou aceitando acções não cotadas de uma qualquer obscuridade empresarial que rendem 147,5% ao ano. Lida cá fora a mensagem traduz-se na simplicidade brutal do mais interiorizado conceito em Portugal: nos grandes ninguém toca.
JN de 02/11/09

03/11/09

Eu também quero ser vacinado!

Andamos todos muito indignados pelo Sporting perder jogo atrás de jogo e cada dia se afundar mais na tabela! Até fazemos manifestações… pode ser que agora este espírito de revolta se alastre a todos os portugueses e venham para a rua protestar contra o país que se afunda cada dia que passa…
Acho que andamos todos a precisar de uma vacina geral, contra a Gripe A, Freeports, BPN,s, Isaltinos, Penedos, etc, etc…

Um ganda clássico




Brothers in Arms - Dire Straits

Those mist covered mountains
Are a home now for me
But my home is the lowlands
And always will be
Some day you'll return to
Your valleys and your farms
And you'll no longer burn
To be brothers in arms
Through these fields of destruction
Baptism of fireI've whittnessed your suffering
As the battles raged higher
And though they did hurt me so bad
In the fear and alarm
You did not desert me
My brothers in arms
There's so many different worlds
So many different suns
And we have just one world
But we live in different ones
Now the sun's gone to hell
And the moon's riding high
Let me bid you farewell
Every man has to die
But it's written in the starlight
And every line on your palm
We're fools to make war
On our brothers in arms

23/09/09

Bate no Pedal / BiciSports / ALVES BANDEIRA

A equipa composta por mim e pelo meu amigo Moisés, que vai participar na 3ª edição do GEO-RAID – Aldeias do Xisto, Lousã, vai ser patrocinada pela loja BiciSports (Mealhada) e pelo Grupo Alves Bandeira.
Esta semana foram também já disponibilizados o descritivo do percurso e os respectivos gráficos de altimetria do primeiro e do segundo dias.
Este fim de semana vamos ao Buçaco testar as “pernas” no Challenge-Series “Escarpas de Sangue e Suor”...
Fica aqui um vídeo de apresentação do GEO-RAID – Aldeias do Xisto.

22/09/09

Trocar carro por bicicleta dá para poupar 1700 euros/ano

"Há mais pessoas a optar pela bicicleta diariamente em Lisboa. Desde 2006, o número de utilizadores cresceu 40%. Hoje é Dia sem Carros.
Em Dia Europeu sem Carros, data instituída pela Comissão Europeia para diminuir o tráfego automóvel nas cidades, ciclistas que pedalam diariamente pelos percursos antes feitos de carro descobrem benefícios ambientais e também financeiros. Um ex-utilizador intensivo do carro fez as contas de quanto poupa desde que pedala: 500 euros em ginásio, 1000 em combustível e 200 em manutenção mecânica. Conjugando a bicicleta com os meios de transporte, no fim do ano, Nuno Xavier diz ter a mais na conta 1700 euros. "A última vez que coloquei combustível no carro foi em Outubro de 2008", disse no debate "Mobilidade Sustentável e a Bicicleta em Lisboa", organizado pela Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB) .
Também Paulo Guerra garante poupar. Durante o projecto "100 dias de Bicicleta em Lisboa", trabalho de campo para uma tese que este engenheiro civil desenvolveu, verificou gastar menos 150 euros por mês (1800 por ano) "enquanto destruía o mito das sete colinas". A capital afinal é feita de muitos planaltos, descobriu. Acabou por pedalar 200 dias num ano, sem incidentes, e continua a fazê-lo.
No entanto, a falta de segurança para velocípedes nas estradas é o maior risco. A revisão do Código da Estrada (CE) operada pelo Decreto-Lei n.º 44/2005, a 23 de Fevereiro, não contemplou as alterações há muito pedidas pelos ciclistas para que a bicicleta seja vista como um meio de transporte. Por exemplo, o artigo 90º obriga a transitar o mais próximo possível das bermas ou passeio e proíbe o ciclista de seguir a par, a menos que se circule no pista especial. O que para o presidente da FPCUB, José Manuel Caetano, "constitui um entrave por se revelar inseguro". No entanto, a FPCUB estima que em 2008, em Lisboa, o número de ciclistas a optar pela bicicleta aumentou 40%, o dobro em relação a 2006.
Apesar das dificuldades, a bicicleta é tida como um meio de transporte alternativo, não só para experimentar nas ruas cortadas ao trânsito no dia de hoje, mas como meio para deslocações diárias. De casa para o emprego e do emprego para o supermercado, são trajectos feitos a pedalar. " in DN

17/09/09

GEO-RAID series 2009 - #3 Aldeias do Xisto, Lousã – 17/18 Outubro

Depois das duas primeiras provas do GEO-RAID series 2009 que decorreram em S. Pedro do Sul (Abril) e na Serra da Estrela (Junho), é chegada a vez da magnífica serra da Lousã acolher mais uma prova de resistência em btt.
O GEO-RAID é um conceito inovador de provas de resistência em btt, que decorrem em dois dias, sendo o resultado apurado pela soma das duas etapas. À semelhança das provas como o Translap, Cape Épic e Transportugal, os participantes correrão em equipa de dois elementos e com marcação dos percursos por GPS, e caracterizam-se por terem um elevado grau de dificuldade em termos físicos, não só pela quilometragem, mas também pela altimetria dos percursos.
Serão, pois, dois dias de muita adrenalina e espírito de equipa, sempre com partida e chegada ao centro da vila da Lousã. No primeiro dia as equipas partirão à descoberta do maciço sul da Serra da Lousã, percorrendo cerca de 100 kms, por caminhos e trilhos das mais emblemáticas Aldeias de Xisto, terminando com mais de 4000 metros de desnível acumulado. A 2ª etapa será mais curta, os desníveis serão igualmente acentuados e as maiores dificuldades estão presentes nos primeiros kms da etapa, no entanto, o conta-kms deverá marcar perto de 70 kms e mais de 2000 metros de acumulado.
Serão dois dias de grande esforço e desafio, experiências e sensações a pedalar pela Serra da Lousã. Vou fazer equipa com o meu amigo Moisés, ainda andamos a tratar de toda a logística para a participação e patrocínios para a equipa, brevemente deixo aqui mais informações.
Mais informações em GEO-RAID series 2009.


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